CABECERA IMAGENES

TRAIL - III STUT, Santo Tirso


Percurso- III Ultra Trail Santo Tirso                              Local- Santo Tirso/Paços de Ferreira
Itinerário- Santo Tirso, Rebordões, Citânia Sanfins, Monte Pilar, Refojos, Valinhas, Citânia Monte Padrão, Mosteiro N. Sra. Assunção e Santo Tirso.
Partida- Pavilhão Municipal Santo Tirso (N 41º 20' 18''  W 08º 28' 31'') às 8h06m
Data- Domingo 12 de Fevereiro 2016                             Distancia- 53km
Dificuldade      Física- Media   Técnica- Media               Circular- Sim
Tempo (horas)
Saída- 8h06m   Chegada- 15h04m   Duração- 6h58m
Velocidade       Media Total- 7,61km/h
Altitude (metros)
Máxima- 589        Mínima- 44          Desnível- 545            Saída/Chegada- 85
Positivo- 2.534     Negativo- 2.506   Desn. Max.- 35,08%   Desn. Min.- 37,90%
GPS Garmin Fenix 3 HR   Nº de pontos- 9011  Intervalo de gravação- 2
Programa de análise de dados- CompeGPSLand/SportTrack
Indice IBP- 540 RNG                                                     M.I.D.E.  3 – 2 – 3 - 4             
Condições Atmosféricas- Chuva com algumas aberturas e temperatura agradável. 
Alimentação- Vários reforços solido/líquido (km 6, 16, 21, 30, 38 e 46).
Pontos de Interesse- Cidade de Santo Tirso, Monumentos, Santuário da Senhora de Assunção, Castro do Monte Padrão, Citânia de Sanfins  e Muita Paisagem Natural.
Transporte- 136km - 1h25m (Melgaço, Valença, A-3 e Santo Tirso) + volta, 18€ de combustível e 15€ de portagem.
Organização- NAST
Classificação Solopisadas- 8,3 (0 – 10)
Preço- Caminhada 3€, Trail Curto 13€, Trail Longo 17€ e Ultra Trail 22€ (T-shirt técnica + premio de finalista)
Atletas- Blacbay – Pleunam - Jose

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Mais Fotografias- Pedro Marinho- I - II - III * Prozis- I - II - III * Carlos Pereira- 1 - 2 - 3 - 4 * Organização- I - * Município Santo Tirso- I  * Barras Natura- I * Ren Barros- I * Jose Gomes- I




Os Atletas estavam todos junto ao quente.

Poucos estavam à chuva e ao frio.

Partida com chuva.


Pelas ruas de Santo Tirso.

Ecovia do Rio Ave.

E a chuva continuava.

Primeiras subidas.





Primeiro reforço.

Capela de S. J. do Carvalhinho.

Sinalética informando os próximos reforços das Provas.

Pequenas subidas e pequenas descidas, foi assim todo o Percurso, como uma Montanha Russa.



Divisão dos Percursos.










Segundo reforço.

Todo tipo de Trilhos.







Citânia de Sanfins.




Muitos metros a correr por Caminhos com muita pedra.


Caminho inundado.

Em 2016 cobria o joelho.


Paços de Ferreira alí em baixo.


Marco Geodésico do Pilar a 533,44 metros de altitude.



Subida pela Laje do Pilar.


O Radar da Serra do Pilar.

Reforço.


Outra vez a descer.

Para voltar a subir.





Quando não se tens bastões, improvisa-se.



Outra Laje, agora a descer.

Com a ajuda de cordas.


Em vários quilómetros utilizamos varias Pistas de BTT, quando as descia até ficava tolo, Trilhos espetaculares com saltos para descer de Bike e eu a correr por eles, até é um Crime.

Chegamos ao Rio Leça.


Outro reforço.


Subida pelas Margens do Leça.




Capela Senhor do Padrão.

Marco Geodésico do Padrão a 415,30 metros de altitude.

Citânia do Monte Padrão.

A descer.

A subir.




Santuário da Nossa Senhora da Assunção.

Ultimo reforço.


Sempre a descer até a Meta.

Ultimos metros.

Chegada.


O José a repor.


   III Edição do STUT e terceira vez que participo neste evento.
   Em 2015 realizei o Trail Longo de 22km, em 2016 a Ultra Trail de 50km e este ano voltei a realizar a Ultra Trail de 53km.
   Em 2015 vim sozinho a este Evento, em 2016 trouxe o Pleunam e este ano também veio o José.
   Esta edição do STUT foi composta por quatro Provas, uma Caminhada de 10km, um Trail Curto de 17km, Trail Longo de 28km e uma Ultra Trail de 53, na qual nós participamos.
   O Percurso foi praticamente o mesmo do ano passado e no mesmo sentido, apenas acrescentaram três quilómetros.   
   Como na zona não há Montanhas, andamos sempre a subir e a descer para somar desnível, o ponto a mais altitude apenas superava os 500 metros, onde só o atingimos duas vezes em 53km.
   Havia duas zonas bem diferenciadas, uma onde se podia correr bem, Caminhos bons com bom piso, e outra onde se concentravam as zonas técnicas, subidas e descidas.
   Este ano também substituíram algum piso de asfalto por Trilhos de Monte, o que se agradece bastante.
   Nesta época do ano é normal chover, foi o que aconteceu nestas três edições do STUT, uns anos mais que outros, mas este foi onde descarregou mais agua.
   Com os Trilhos molhados aumenta a dificuldade, principalmente Trilhos de terra preta de Monte, que escorrega muito.
   Particamente andamos a correr sempre pelo meio de Eucaliptos, sem qualquer Paisagem a sinalar. Só nos primeiros e últimos quilómetros do Percurso, nos arredores de Santo Tirso, nas zonas altas onde estavam as Citânias, o Radar e as Rochas é que se conseguiu ver alguma coisa. Todas as zonas técnicas estavam pelo meio das árvores, principalmente os indesejáveis Eucaliptos.
   As marcações do Percurso estavam bem, assim como a sinalética que encontramos pelos Trilhos, eu até diria que havia fitas a mais. Também havia pessoas da organização nos cruzamentos mais importantes com as estradas.
   Os reforços estiveram muito bem, variados e abundantes, eu que sou sempre do final do pelotão ainda encontrei os reforços limpos de lixo e bem organizados, coisa que não se vê em todas as Provas.
   A única coisa que não esteve bem foi o lixo que encontrei pelos Trilhos, como sou dos últimos a terminar vou encontrando todo o lixo que os “incompetentes” deitam para o chão. A cabeça deles não consegue entender que um Gel ou Barra pesa mais antes de come-la que depois. No espaço onde levam as Barras também cabe as embalagens vazias, é isto que alguns participantes (não atletas) não entendem. A educação faz muita falta.
   Outra coisa que também não esteve bem foi a Classificação, a Prova esta inserida no Circuito da ATRP, por isso deveriam cumprir o seu regulamento, coisa que não aconteceu, principalmente nos Master na Ultra Trail.
   Também no Regulamento do STUT esta especificado que esta proibida ajuda externa aos Atletas, foi outra coisa que aconteceu. Nós vimos alguns Atletas que não paravam nos reforços, que apenas se detinham nos Carros de apoio.

   A mim não me faz diferença estes dois assuntos, pois eu participo nestas Provas para treinar, não para competir, mas estes Atletas estão a ser favorecidos em relação a aqueles que lutam pelo Pódio.  
   Eu gostei mais da edição de 2016, havia muita mais agua e lama, foi onde mais me diverti.
   Tenho que agradecer à organização o bom trabalho que fizeram para este evento, até havia água quente nos balneários.
   Foi um bom treino, depois dos 50km dos Abutres.
                                                    

Ultra Trail   53km 
Posição/Cat      Dorsal       Atleta            Final
        1º             203       Primeiro      5h16m17s
      40º/3º         179       Pleunam       6h57m56s
    120º/25º        177       Jose            8h18m45s
    131º/14º        178       Blacbay        8h34m43s    
    179º              153       Ultimo        10h11m34s

Trail Longo 28km
Posição   Dorsal     Atleta            Tempo
       1º     1421     Primeiro        2h27m49s
   387º      1352     Ultimo          6h12m35s

Trail Curto 17km
Posição   Dorsal     Atleta            Tempo
       1º     2353     Primeiro        1h24m04s
   592º      2021     Ultimo           4h30m40s

Tempos Controlos de Passagem
Atleta                Monte Pilar         Rio Leça      Sra. Assunção         Meta
Pleunam             3h35m28s        4h41m38s       6h21m51s        6h57m56s  
Geral/Cat.              57º/7º             48º/5º           40º/5º              40º/5º 
Jose                   3h59m07s        5h20m51s       7h29m17s        8h18m45s   
Geral/Cat.            104º/22º         106º/23º         117º/24º         120º/25º      
Blacbay              4h23m59s        5h50m35s       7h49m36s        8h34m43s  

Geral/Cat.            149º/15º          148º/15º        136º/15º         131º/14º

Equipa Ultra Trail 53km
Posição             Equipa                       Pontos
    1º                 Primeira                       12
  13º        Melgaço Alvarinho Trail           291
  17º                 Ultima                        478


Nesta tabela consegue-se analisar a velocidade em relação á distancia e ao tempo.
Velocidade        Velocidade Media       Distancia      Tempo    Elevação    % Percurso
Entre 0 e 3km/h          2,1km/h          1,38km         39m   +419metros         9,3%
Entre 3 e 5km/h          3,9km/h          5,71km      1h27m   +962metros        20,8%
Entre 5 e 7km/h          5,9km/h          4,97km         50m   +126metros        12,0%
Entre 7 e 10km/h        8,7km/h        16,62km       1h55m   -407metros         27,4%
Entre 10 e 12km/h     10,9km/h        16,07km       1h28m   -701metros         21,0%
Entre 12 e 14km/h     12,8km/h          7,73km          36m   -331metros          8,6%
Entre 14 e  16km/h    14,6km/h          0,67km            3m     -40metros         0,7%
Mais de 16km/h         18,0km/h          0,07km            0m     -00metros         0,1%
Total                          7,6km/h        53,23km       6h58m    +27metros         100%

Na tabela seguinte consegue-se analisar os dados em intervalos de 10km.
Distancia       Tempo      Velocidade Media     Desnível
  10km          1h03m              9,6km/h    +265 metros
  20km          1h15m              8,0km/h    +144 metros
  30km          1h09m              8,7km/h      +19 metros
  40km          1h30m              6,6km/h     -206 metros
  50km          1h42m              5,9km/h       -85 metros
  53km              19m            10,0km/h     -110 metros

Programa de análise de dados- SportTracks




Dados IBP.

Crónica de: Ze Maria

Também Participamos em: 2015 - 2016

Blacbay