Percurso- Portela IX Local- Pias, Monção
Itinerário- Pias, Lapa, Santo Andre, Abedim, Extremo, Parque Eólico da Mourisca, Parque Eólico de Bustavade, Sago, Moreira e Pias.
Partida- Escola EB 2,3 Padre Agostinho Caldas Afonso (N 42º 01' 06'' W 08º 30' 37'') às 9h26m
Data- Domingo 6 de Abril 2014 Distancia- 39km
Dificuldade Fisica- Média Tecnica- Média/Alta Circular- Sim
Tempo (horas)
Saída- 9h26m Chegada- 14h01m Duração- 4h35m
Velocidade Media Total- 8,51km/h Máxima- 39km/h
Altitude (metros)
Máxima- 850 Mínima- 82 Desnível- 768 Saída/Chegada- 127
Positivo- 1.123 Negativo- 1.125 Desn. Max.- 15,54% Desn. Min.- 25,94
GPS Garmin Oregon 450 Nº de pontos- 5494 Intervalo de gravação- 2
Programa de analise de dados- CompeGPSLand/SportTracks
Indice IBP- 110 MTB
Condições Atmosféricas- Céu coberto com algumas aberturas, muito nevoeiro nas zonas a mais altitude do percurso, temperatura agradável.
Alimentação- Um reforço completo e abundante, varios pontos com agua e almoço no final.
Transporte- 30km - 25 minutos (Melgaço, Monção e Pias) + volta e 7€ de combustivel.
Organização- C.C. de Monção Preço- 15€ com almoço.
BTTistas- Blacbay (Mondraker Foxy R) - Miguel (Specialized Stumpjumper FSR) - Kuncas ( Kona Tanuki Deluxe) - Roberto (Cannondale Jekyll 3) - Berto (Lapierre Zesty 914) - Nuno (Lapierre Zesty 914) - Julio (Cannondale Prophet) - Souto (KTM Score RC 3.0) - Barbosa (KTM Score RC 3.0) + dois amigos Espanhois (Javier e Carola).
Observar ou Descarregar o Percurso Todas as Fotografias (Blacbay e Miguel)
Videos de algumas zonas do percurso, videos sem manipulação a velocidade real.
Cámara virada para trás.
A montar as máquinas.
Local de concentração.
Kuncas, Miguel, Barbosa e Souto.
Roberto, Souto e Julio.
Á espera da partida.
Primeiro saíram os participantes do Mini-Portela.
Os primeiros metros.
O Julio a chamar um Taxi.
A Carola ainda sorria.
Alguma pequena descida.
O Miguel em equilíbrio.
Muita lama para ir a pedalar.
Javier a lavar as rodas.
Roberto em acrobacias.
Cruzando a Freguesia de Abedim.
As pedras molhadas não deixavam subir a pedalar.
Primeiro reforço, Presunto, Vinho do Porto e Jeropiga.
Outra zona de agua e lama.
Impossível não desmontar.
Algum ainda tenteu cruzar o riacho sem por o pé no chão, mas não o conseguiu.
O Roberto também queria, mas não.
Já estavamos no Extremo e ainda nos faltava a verdadeira subida.
Até parece que se subia facil.
A Carola com problemas na corrente.
Estavamos a entrar no Nevoeiro.
O Julio a disfrutar da subida.
No meio do Nevoeiro à espera do Roberto.
Miguel.
Julio.
A Carola ainda sorria.
Até que chegou o Roberto.
Continuamos a subir no meio do Nevoeiro.
Depois de atingir um Marco, já sabemos, agora é a descer......
O reforço principal.
A chegada do Javier e da Carola ao Reforço.
Depois do reforço ainda tivemos mais algumas subidas.
Outra zona de difícil subida.
Desta vez à espera do Miguel.
O Roberto a proteger-se do vento num aerogerador.
Alí vem o Miguel com o Javier.
O final de uma descida.
Até foi preciso desembaciar a Gopro do calor que apanhou no Trilho pelo meio das giestas.
Já nos ultimos quilometros.
Chegamos.
O almoço.
O Café da despedida.
O que teve que sofrer a Máquina de filmar.
Pela quinta vez (2007, 2010, 2012, 2013 e 2014) participei no Passeio de BTT da Portela, dos nossos amigos de Monção.
Este Passeio costuma ser sempre um dos mais técnicos e duros, este ano não falharam, organizaram um passeio para Homens (onde também participaram mulheres, alguma até a mim me custou passa-la num Trilho a descer).
Para além do percurso principal, também houve um Mini-Portela de 10km para os mais novos e uma Caminhada de 15km.
Este ano o percurso orientaram-no para os Parques Eólicos da zona do Extremo, fronteira com Arcos de Valdevez.
Praticamente houve uma subida de 22km, com pequenas descidas de dezenas de metros, o resto foi quase sempre a descer, onde 5,5km foi por Trilhos espectaculares onde se superaram os 20% de desnível.
De Melgaço fomos nove BTTistas, na partida encontramos um casal (Javier e Carola) amigo Espanhol que já é habitual participar neste Passeio.
Nos primeiros quilómetros já fomos encontrando caminhos com lama, agua e muitas pedras, o que nos obrigava a desmontar para poder subir algumas rampas.
As subidas não eram duras, eram constantes e prolongadas, com uma parede ou outra pelo meio, mas de poucos metros.
Fomos sempre subindo por caminhos até que nos metemos no meio do Nevoeiro na última subida para o Parque Eólico, vinha-mos de uma temperatura agradável e fomo-nos meter na humidade, no vento e no frio.
Com o Nevoeiro que estava apenas se via uns dez metros, assim não se conseguia observar o final da subida. Depois de mais de duas horas e meia a pedalar, lá chegamos ao Marco Geodésico, depois seria sempre a descer.
Quando arrancamos cada um fez o seu passeio, o Souto, Barbosa e Kuncas foram por livre, o Berto e o Nuno seguiram juntos, como o Javier e a Corola. Eu o Roberto e o Miguel seguimos também juntos para poder gravar as descidas com duas camaras de vídeo, o Julio andou meio “perdido” pelo percurso, pedalou com o Berto, com o Javier e connosco até ao fim da subida. O Javier e a Carola também os fomos vendo durante quase toda a subida.
Quando começamos a descer é que já foi diferente, ligamos as camaras e os três começamos a descer a fundo por aqueles Trilhos cheios de lama, o Julio não o vimos mais, o Javier e a Carola estavam a chegar ao reforço quando nós já estávamos a sair.
Como íamos descendo o Nevoeiro ficava para trás e a temperatura aumentava, já se disfrutava mais das descidas.
Este ano uma novidade que a organização aportou a este Passeio foram 3km por um Trilho incrível por entre giestas, local bastante apertado para passarem guiadores com medidas grandes a boas velocidades, mesmo assim nós superamos os 30km/h muitas vezes (no vídeo vê-se perfeitamente no conta quilómetros), seguimos descendo um single-track por um Pinhal (já habitual em outros anos), acabamos a descida por caminhos de monte e entre campos, onde não voltou a faltar a água e a lama.
Chegamos os três juntos, contentes pelas espectaculares descidas que disfrutamos, nenhum de nós teve algum problema mecânico nem nenhuma queda, apenas tivemos que colocar os pés no chão algumas vezes para controlar a Bike, com os espigões telescópicos os tombos praticamente desapareceram. Os vídeos demonstram muito bem a qualidade dos Trilhos e a velocidade que os descemos.
Nós realizamos o percurso completo, as marcações não eram as melhores, algumas vezes tivemos que voltar atrás para retomar o percurso correto, com o Nevoeiro nos Parques Eólicos era preciso ir muito atento as fitas, que eram brancas. Quando chegamos vimos alguns participantes que já tinham chegado, seguiam detrás de nós e não nos passaram, acho que houve muitos Bttistas perdidos.
Dos nossos o primeiro a chegar foi o Barbosa, seguido pelo Kuncas, o Berto e Nuno, minutos depois chegamos nós os três, o Javier e Carola, por fim o Julio que se enredou com uns amigos no reforço. O Souto perdeu-se pelo km 15, seguia nas primeiras posições, num cruzamento seguiu outras fitas e acabou na meta fazendo apenas uns vinte e poucos quilómetros.
Para mim foi um bom treino, foi um percurso fácil, sem subidas difíceis nem descidas de arrepiar, os caminhos foram como os que estou habituado a pedalar, pedras, lama, agua, buracos, paus, etc. Como fomos os três juntos, nas subidas tinha que esperar por eles, cheguei ao final com pouco esforço físico, ainda tinha pernas para seguir pedalando por mais quilómetros.
Foi um bom treino para os 101 Peregrinos, que os verdadeiros Peregrinos começam ao km 50 na subida a S. Pedro de Trones.
O almoço no final esteve bem como nas edições anteriores.
Para o ano voltarei.
Dados IBP.
Blacbay