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ANDAINA - VII ANDAINA do COLESTEROL, Boqueixon (50km FGM)


Percurso- VII Ruta do Colesterol                                           Local- Boqueixon
Itinerário- Camporrapado, Oural, Ponte Ledesma, Amosa, Rio Ulla, San Miguel de Castro,Alto de Gundián, Ponte Ulla, Caminho de Santiago (Vedra), Pico Sacro, Codeso, Donas, Rio Ulla, Oural e Camporrapado.
Partida- Casa da Cultura Camporrapado (N 42º 48' 00''  W 08º 21' 54'') às 8h10m PT
Data- Sábado 17 de Junho 2017                                           Distancia- 51km
Dificuldade          Física- Media          Técnica- Media          Circular- Sim
Tempo (horas)
Saída- 8h10m       Chegada- 16h37m   Duração- 8h27m
Velocidade          Media Total- 6,04km/h  
Altitude (metros)
Máxima- 553        Mínima- 74            Desnível- 459              Saída/Chegada- 215
Positivo- 1.426     Negativo- 1.400     Desn. Max.- 35,92%     Desn. Min.- 32,28%
GPS Garmin Oregon 600   Nº de pontos- 10129    Intervalo de gravação- 3
Programa de analise de dados- CompGPSLand/SportTracks
Indice IBP- 282 RNG                                                          M.I.D.E.- 2 - 2 - 2 - 4
Condições Atmosféricas- Céu limpo e muito, muito, muito, muito Calor.
Alimentação- Varios reforços Sólido/Liquido + almoço ("callos") final.
Pontos de Interesse- Monumentos, Rios e Muita Paisagem Natural.
Transporte- 131km 1h30m (Melgaço, Ribadavia, Carballiño, AG-53, Bandeira, N-525, CP 2017 e Boqueixon) + volta.
Organização- Ruta do Colesterol                                          Preço- 13€, 10€ FGM (T-shirt)
Classificação Solopisadas- 7,1 (0 – 10)
Caminhantes- Blacbay - Ferreiro2008 – Laurita – Pleunam – Jose - Pili

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                                                        Blacbay (284)  Ferreiro 2008 ()




Os primeiros metros.







Cruzando Ponte Ledesma.

Cruzando o Rio Ulla.



Novamente cruzando o Rio.






Início da primeira subida.


1.5km de subida, onde se superaram os 30% de desnível.




Primeiro reforço, no final da subida.

Baldes do lixo para reciclagem. 

Depois de uma subida, há sempre uma descida.


Novamente junto do Rio Ulla.

Pescadores.

Pelas margens do Rio Ulla corriamos sempre a sombra.

Varios quilometros com bom piso.


Outro reforço.

O Rio Ulla.



Nesta zona já andávamos enganados, quase todos nos perdemos no mesmo local, aqui as marcações não estavam bem.


A procurar o Caminho para continuar o Percurso.

O Jose indicou-nos que tinhamos que subir ao Alto de Gundián.


A Ponte do AVE sobre o Rio Ulla.


Posto de Vigia do Alto de Gundián.

Reforço e controlo.




Voltamos a descer.

Mais participantes que se enganaram.

Alguns metros pelo Caminho de Santiago.

Peregrinos carregados.



Voltamos a encontrar os mesmos Peregrinos.

Mais outro reforço.

Mas este com Estrela.

A nova Ponte do AVE.

Antiga Ponte do Comboio.

Rio Ulla lá em baixo.




Alguns metros pelo quentíssimo asfalto.


Novamente pelo Caminho de Santiago.

Mais Peregrinos.


Pelo Caminho de Santiago.


A sombra fazia-nos falta, o Calor superava os 40ºC de temperatura.

Início da subida ao Pico Sacro, o ponto a mais altitude do Percurso.






Reforço na Capela.

Subida ao Marco Geodésico com ajuda de cordas.


Uma das grutas do Pico.


Ultimos metros com muito desnível.

"Chegamos, agora o que falta é sempre a descer"

A admirar a paisagem.


Começamos a descer por escadas.


Seguimos por Pedras.


E depois por Terra, mas com muito desnível.



Quase dois quilometros de recta, entre asfalto e estradão.

Entrada numa Pedreira, onde se sentia muito Calor.


Tunel do AVE.

Voltamos novamente as margens de um Riocho e a sombra.







Subida desde o Rio Ulla para a Meta.

Ultimos metros.

Chegada.

Mais participantes a chegar, dos poucos que conseguiram terminar o Percurso completo.

A espera dos "callos".

A Cerveja era self-service.

O final da Andaina, os "Callos".

Vinho Tinto e Branco.

Convívio final.

   2017 foi o Quinto ano em que participei nesta Andaina, terminando sempre os 50km.
   Cinco vezes e cinco Percursos diferentes, este ano Andamos junto ao Rio Ulla.
   Esta Andaina costuma ser uma das mais fáceis do Campeonato, mas este ano foi a mais “dura”. Tivemos três subidas com alguma dificuldade, com terreno de puro Trail, com as respetivas descidas. Mas o Calor foi o nosso maior inimigo, as temperaturas superaram os 40ºC à sombra, ao Sol deveria ultrapassar os 50ºC.
Sombras ainda tivemos algumas, principalmente junto aos Rios, mas as subidas fizemo-las todas ao Sol.
   Agradece-se que a organização modifique todos os Anos o Percurso, conhece-se novos locais e novas Paisagens, mas este ano tiveram azar com as Condições Atmosféricas, esteve muito Calor para andar pelo Monte.
   O Percurso de 2016 era o apropriado para este ano, foi um Percurso com muita água, varias Cascatas e abundantes sombras, mas contra a Natureza não podemos lutar.
   Para complicar mais o dia, este ano as marcações eram escassas e quase todos os participantes se perderam. A mim também me aconteceu, mas consegui encontrar o Caminho correto, seguindo mesmo em sentido contrário, para poder realizar o Percurso completo.
   Nesta zona onde nos perdemos havia um controlo, houve muitos participantes que seguiram sem este controlo.
   Houve muitos abandonos devido as altas temperaturas, principalmente no km 35, na subida ao Pico Sacro. Também no último reforço, a 4km da Meta, houve abandonos.
   Na realidade, fomos poucos os que realizamos os 50km completos com todos os controlos.
Eu, o Pleunam, o Jose e o Ferreiro2008 terminamos os 50km, a Laurita chegou aos 17km, a Pili ficou pelos 8km.
   Eu realizei esta Andaina a um ritmo mas lento que o habitual, devido ao intenso Calor, ao estar nos reforços mais tempo parado, ao parar em qualquer local com água para me molhar e ajudar a baixar a temperatura, e porque no próximo Sábado tenho mais uma Prova de 100km.
   Este ano as marcações não estiveram bem, houve muitos falhos, os reforços também não foram os habituais, nos anos anteriores estiveram muito melhores.
   Uma curiosidade foi o atraso que eu e o Pleunam tivemos, confundimo-nos com o horário da Partida. Quando chegamos já o pelotão tinha saído, mas rapidamente alcançamos os últimos, a pouco mais de um quilómetro de distância.
   O final é que foi como o habitual, os “callos”.
  
Nesta tabela consegue-se analisar a velocidade em relação á distancia e ao tempo.
Velocidade        Velocidade Media    Distancia      Tempo    Elevação    % Percurso
Entre 0 e 3km/h          1,5km/h        1,25km         51m    +133metros      10,1%
Entre 3 e 5km/h          4,1km/h        6,33km      1h33m   +352metros       18,3%
Entre 5 e 7km/h          6,0km/h      21,29km      3h31m    +213metros       41,7%
Entre 7 e 10km/h        8,1km/h      16,38km       2h02m    -391metros       24,1%
Entre 10 e 12km/h     11,1km/h        4,18km         23m     -213metros        4,5%
Entre 12 e 14km/h     12,8km/h        1,20km           5m      -55metros        1,1%
Mais de 14km/h         16,1km/h        0,37km           1m      -18metros        0,2%
Total                          6,0km/h      51,00km      8h27m      -23metros       100%

Programa de análise de dados- SportTracks




CRONICA ANDAINA 50 KM BOQUEIXÓN 2017 by Xil Alén ------------------------
Inicio chairo, deseguido unha boa petada, si desas que tocas peteiro con terra cando o tabao no lombo xa picaba , por se era pouco....zasssssss... rachacornos co demo metido naquela baixada , algún sustiño po pelexo e algo máis, seguindo na nosa condición de andaríns subidos de voltas..... pois se antes foi unha boa petada, en fresco e de moitas montas, agora foi máis axeitada, para o moito que a todos aínda nos agardaba, pero eso SI..con algo máis de calor nos riles, para chegar a adourable petada do mirador do Castro suando polos catro perniles.....,
... para daquela xa iamos ben embadurnados en suor e pó coma cochos, onde se me queda cara de pampoxo e peteiro de Moucho, cando vexo a moitos andaríns que viñan detrás nosa...xa alí tan acougados..e ata algún co corpiño fresco coma unha rosa, alaaaa vai o can coa bica toda, dixen para min.. non vos asustedes.. nin se adiantaron...coma saltimbanquis, nin tampouco atallaron, pasou que coa calor, pois que nos pasamos de freada subindo e co sol, fixemos algún km. de máis, non fora ser o demo que enfriasemos de mañá.-
O paso polo repoñedoira antes do paso da vía férrea, marca un antes e un despois na andaina...e non precisamente se pon bonita ,senón máis ben FEA.-
A cousa pisando por enriba da via, poñíase brava, achancando nos croios logo de meterlla a parba, e por se fose pouco, a cabeciña para daquela xa non acougaba, cavilosamente nalgún agasallo que sabíamos que nos agardaba, pois caseque non tiñamos subido nada.-
Léveme o demo pero a min non me saian as contas, cando máis nos arimabamos o medio da proba...... e como bo andarín, profesional, con que costiña empinada nos tocou lidiar, bueno o que se dí empinada empinada...., eu diría que os nosos pés xa lla tiñan xurada, con amor plátonico, e moita ansia.-
Pauseniñamente, entramos na via da prata, falta auga, atopamos moita sombra alta temperatura, pero atando ben o nervio.. desta vez non mata....polo menos ata que hai un desvío a dereita, e vendo o Pico Sacro, cavilo en que se prepara unha boa desfeita.-
Nai co fixo e na naquela boa petada, facíavos tempo que andaba, pero para daquela, a subida e os meu pés xa ian agarradiñaos coma unha boa moza namorada, e se antes lle xuraron amor plátonico, desta vez cariño eterno e pouca lavia, pero andar pouco se andaba, para daquela xa non só queceran os riles, senón máis ben o zarrizo e tamén os cuadriles.-
Aquelo poñiase rebelde, e os km. non pasaban, para daquela xa co coiro maldecido, a cabaciña non paraba, llasilogo....alí cheguei collín , agarrei e pedín auga, faltaban 5 metros para o bebedeiro, pero lonxe de faguerme caso, as rapaciñas, botáronse a rir, e digo eu, pensarían que en vez de andarín podería ser un chacoreteiro que lle quería dar a lata?... fora o que fora, déronlle máis importancia, a esperar que chegara ca papeletiña para asinala, que a darme auga, cando realmente facía falta.-
Naquel intre unha mestura explosiva de calor abafante ata a sen, día solleiro, humidade alta e corpo en quente, semellaba ter collido o camiño dunha lúa de mel, pero non precisamente para axudar, senon máis ben......para rematrme de "joder", Arredeus que ben o sabe..e dixen eu xa me vengarei, cando empece a baixar, será coma chispa que nin o cuiño me ides ver............ en fin..
Escancelado coma un portelo vello, Como puden recuperei, e dinme que teño que ao cumio do Pico debo subir.. "???.." a cima do Pico?, arredemo, será que alí, xa nos colle o sol de verdade como antes non vivín?
O asunto foi que case..case pico, no pico Sacro, pero foi dar media volta a peneda, e facendo o parbo, coma quen non quixo, metinme entre as dúas pedras que alí enriba, e coma non quere a cousa o meu corpo dixo. polo río abaixo vai unha troita de pé , que a poidera pillar, quen a poidera coller.. e vámonossss costa abaixo, bueno costa abaixo non, eu mais ben diría, aboular coma quen vai atrás do queixo manso, pola pendente racha-fuciños, a que tanto desexaba chegado o intre xa non lle quero tanto.-
Se a pendente do Piquiño Sacro semellou dura, buenooooo.... bendita sexa a canteira costa abaixo, facendo do pó, da sede, o sol, e o reflexo do chan unha boa mestura, lembreime do meu paso polo deserto, cando dixen esto matar non mata, pero moito máis tampouco cura.-
Nesas chegamos o río, adeus soles, adeus fontes..camiñando con devoción camiño de Boqueixón, benvidos o inferno da alta humidade, por que onde non manda mariñeiro, manda patrón, pois que se algo te deshidrata non é o calor, senón esa erguida humidade deste mundo lambón, onde SI, debo agradecerlle a organización, o poñer algún posto daquelas auguiñas frescas que foron a nosa salvación.-
Pois eu como que pararme a beber do río Ulla, escoitando zoar aqueles abesouros podendo meterche unha boa cura de humildade, a xeito de picada dunha agulla, como que NON, prefiro tirar padiante e facer o parbo, antes de perder o pouco que me queda de humanidade.-
En fin que nos tiramos quilómetros polo regato, ata que vexo que no derradeiro faladoiro, abandonan unhos andaríns profesionais.. pero que raro, se para chegar ata Camporrapado, somentes quedan catro.-
non entendo....léveme deus pero co calor, ou me puxen farruco ou non o vexo moi claro..
Non entendo?.... vaia so entendín faltando 2 km. por se xa era pouco e co coiro martirizado, outra subida erguida e con eles ben atados, agarrei, collín e xuntei os contrapesos, un co outro, pa que me entendades, semellaba un can esnaquizado, escapando dun mico algo alporizado.-
Dende eiqui, debo acordarme do Manoliño de Salceda, que nos arrincou as pegatinas do clube impresas, mimaaaaaaa... viña a fume de carozo e cantando con moita trela, arrecunchegouse coma se viñera na última fura e sen merenda, coma cando se lle daba as xugadas de bois a derradeira cea, nin que chegara tarde pa casar.. pasounos como se fora de verdá, e con esa sana retranca moi sua, e admirable, dixo, veña vamos, vamos veña.. que esta xa vai alá¡¡¡¡¡
E a partires dahí morra o conto, que xa faltaba pouco para as 10 horas de camiñada infernal.-
atte. Xil Alén




Dados IBP.

Também participamos em: 2013 - 2014 - 2015 - 2016

Blacbay