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TRAIL - COSTA LITORAL ATLÂNTICA, 4ª Etapa (Foz Rio Ave - Foz Rio Douro)


Percurso- Foz Rio Ave - Foz Rio Douro                               Local- De Vila do Conde até ao Porto.
Itinerário- Azurara, Mindelo, Vila Chã, Lavra, Leça da Palmeira, Matosinhos e Porto.
Partida- Praia Arurara (N 41º 20' 24''  W 08º 44' 36'') às 10h07m  
Data- Sábado 1 de Julho 2017                                            Distancia- 27km

Dificuldade   Física- Media/Baixa   Técnica- Media/Baixa   Circular- Não
Tempo (horas)
Saída- 10h07m   Chegada- 14h27m   Duração- 4h20m
Velocidade        Media Total- 6,23km/h 
Altitude (metros)
Máxima- 10      Mínima- 0          Desnível- 10            Saída/Chegada- 0
Positivo- 150    Negativo- 131   Desn. Max.- 7,10%   Desn. Min.- 6,43%
GPS Garmin Oregon 600   Nº de pontos- 5198  Intervalo de gravação- 3
Programa de análise de dados- CompeGPSLand/SportTrack
Indice IBP- 85 RNG                                                          M.I.D.E.-  2 – 1 – 2 - 3                  
Condições Atmosféricas- Sol e Calor.  
Pontos de Interesse- Costa Atlântica, Praias Muita Paisagem Natural.
Atletas- Blacbay - Robiin

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Arrancamos na Foz do Rio Ave.

Começamos a correr por uma Praia grande, quase 5km.

Um dos Bares de Praia, em Azurara.

As primeiras rochas.



A espera das ondas.

Novamente pelas Rochas.



Sempre junto ao Mar.

Pequenas Praias.


Praia de Vila Chã.



Praia com muito Sargaço.


O pouco desnível positivo que tivemos foi nas subidas as Rochas.





Capela de São Paio em Labruge.

A menina ao Sol.

Curiosa Rocha.



Ponte sobre o Rio Onda.


Praia de Angeiras.

Outra zona de Pedras.



Alguma onda nos molhava.

Paragem para retirar a areia dos sapatos.

Praia da Agudela, já em Matosinhos.



Refinaria de Matosinhos ao fundo.

Para seguir sempre o mais perto do Mar, também tivemos que nos deitar.






Capela da Boa Hora.








Farol de Leça da Palmeira.

Muita Pedra.



Encontramos uma rede que chegava ao Mar, saltamos.

Afinal parece que era uma Praia Privada, não sabia que já se estava a privatizar a Costa Portuguesa.


De um lado tinha rede, mas do outro apenas duas cordas.

Continuamos.

Chegamos ao Porto de Leixões, tivemos que subir à estrada para poder cruzar-lo pela Ponte.

Procuramos um local para poder repor os líquidos.

Forte de N. S. das Neves.

A carregar líquidos.

A Ponte móvel por onde vamos passar.

Cruzando a Ponte.


Já do outro lado.

Metro do Porto.

Como de um passeio normal se faz um "Via" para Bikes e pessoas. 

Esta foi a zona de mais dificuldade do Percurso, hora de almoço e nós a correr com o cheirinho do peixe grelhado, foi muito dificil resistir a não parar para comer.


Senhor do Padrão.


Monumento as Viúvas do Mar.

Voltamos junto ao Mar.

Só em Portugal é que deve haver duche de cerveja.


Anemona gigante.



Castelo do Queijo.







Praias do Porto.


Restaurantes de Praia.




Ultimos metros da nossa Aventura.

Atenção.

Chegamos.

Foz do Rio Douro.

   Quarta etapa da Costa Portuguesa, chegamos ao Rio Douro.
   Começamos pela primeira etapa, saindo desde a Foz do Rio Minho até a Viana do Castelo, ao Rio Lima, foram os primeiros 26km da Costa Portuguesa que realizamos.
   Depois fomos de Viana até a Foz do Rio Cávado em Esposende, mais 17km para a segunda etapa.
   A terceira etapa foram 25km até ao Rio Ave em Vila do Conde.
   Desta vez saímos de Vila do Conde e terminamos no Porto, na Foz do Rio Douro.
   No total realizamos 95km em quatro etapas, sempre que encontrávamos um Rio que não conseguíssemos cruzar a pé, terminávamos a etapa. Começava-nos uma nova etapa do outro lado do Rio.
   Agora a próxima etapa, a quinta, vai ser entre a Foz do Rio Douro e a Praia de São Jacinto, na Ria de Aveiro, mais de 60km.
   Esta quarta etapa foi programada para realizar quando a Maré estivesse a baixar, são mais metros e corre-se melhor pela areia molhada.
   Os primeiros quilómetros foram por areia fina e compacta, por onde se corria bem, depois chegaram as Rochas, por onde andamos a saltar de pedra em pedra. Assim foi o Percurso quase todo, apenas tivemos que nos desviar do Mar para cruzar o Porto de Leixões.
   Pela Areia fina não havia problema, mas na Areia mais grossa era difícil correr, correr ou caminhar, os pés enterravam-se. Outra coisa que também nos cansou, foi correr sempre com o terreno inclinado para o mesmo lado, para o lado do Mar.
   Quando cruzamos a zona das Rochas, que houve varias, em algumas até corríamos, mas em outras precisávamos da ajuda das mãos para as cruzar, o desnível era muito em algumas.
   A qualidade das pedras também era diferente, algumas escorregavam muito, principalmente   molhadas e nós com areia nas sapatilhas.
   Tentamos seguir sempre junto ao Mar, só mesmo quando era perigoso devido às Rochas é que afastava-nos uns metros.
   Mas para cruzar o Porto de Leixões, tivemos mesmo que subir a estrada, onde aproveitamos para repor os líquidos.
   Foi um treino espetacular, com umas Paisagens magníficas da Costa Portuguesa. Só mesmo assim, percorrendo a Costa junto ao Mar é que se encontram locais espetaculares entre as Rochas.
   Terminamos com as pernas bastante cansadas, correr pela areia e por pedras irregulares rebenta os músculos. 


Dados IBP.


Blacbay

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